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17.6.13

EXPOSIÇÃO | TERESA HERRADOR

Teresa Herrador expõe Desenho e obra Gráfica na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Oasis' abre ao público Sexta-Feira, 5 de Julho, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 3 de Setembro. A abertura contará com a presença da artista.


'Oasis' 
Um farol no centro da penumbra emite intermitente o seu ténue batimento cardíaco. A busca ocorre entre mares agitados. Lá, ao longe, um indivíduo. A anos-luz, longe da pedra, não há lugar para grandes narrativas, apenas monossílabos. 

Nesta exposição, Teresa Herrador expõe obra gráfica sobre papel. Por um lado, os desenhos – quase haikus, rápidos e intensos, manchas mínimas de aguarela e lápis isoladas em papel – surgem como diferentes maneiras de ficar, de recompor-se da viagem. Por outro, os ‘livros-mapa’ em técnica mista sobre cartão, contam através das suas páginas e apoiados em microtextos, a rota entre cada uma das ilhas-oásis. Nestes trabalhos, Teresa Herrador reflecte sobre o oásis como refúgio pessoal, um lugar isolado no centro do vasto e emaranhado território que representa o nosso mundo contemporâneo.

Teresa Herrador (San José, 1983) é Licenciada em Belas Artes e Mestre em Produção Artística pela Universidade Politécnica de Valência.
A sua obra desenvolve técnicas variadas, desde desenho até à pintura, passando pela xilogravura. Reside actualmente em Berlim, onde trabalha como artista e ilustradora.



Exposições Individuais (selecção)
En el Bosque. Café Pessoa, Valencia, 2012.
Autobiografías. Galeria Imaginarte, Castellón, 2011.
Obra gráfica e Pintura. Galeria Prova de Artista, Lisboa, 2008.
Bienvenidos a Velluters. Centre Cívic Antic Sanatori, Sagunto, 2008.

Exposições Colectivas (selecção)
Festival INCUBARTE. Museo MuVIM, Valencia, 2012
Feria ESTAMPA. Stand Galeria Maes, IFEMA, Madrid, 2010, 2011.
Human Books. Centre Cívic Pati Llimona, Barcelona, 2010.
The UK Original's Printmaking Show. The Mall Galleries, Londres, 2005.

Bolsas e Prémios
Bolsa de Apoio e Formação da Fundación Balaguer-Gonel Hermanos, Castellón, 2012.
Bolsa de Pintura “Hàbitat Artístic Castelló” Ayuntamiento de Castellón, 2011.
Bolsa de Desenvolvimento de Estudos da Fundación Dávalos-Fletcher, Castellón, 2008.
Primeiro Prémio - “I Premio de Grabado 'Atlante' 2009”, do Museo del Grabado y la Estampa Digital Artes-Ribeira, A Coruña.
Selecção no “Concurso de Grabado Rafael Canogar 2009”, Ayuntamiento de Pinto, Madrid.

10.4.13

EXPOSIÇÃO | ALEXANDRA BARBOSA

Alexandra Barbosa expõe Xilogravura e Instalação na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Reafirmação do Conceito' abre ao público Sexta-Feira, 3 de Maio, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 2 de Julho. A abertura contará com a presença da artista.

Alexandra Barbosa presents Xylograph work and Installation at ASVS’s Art Gallery. The exhibition titled ‘Reafirmação do Conceito’, opens on May 3RD at 10 PM and will be presented until July 2ND. The overture will be attended by the artist.




'Reafirmação do conceito' 
Com o conceito nasceu, com a sua interiorização se desenvolveu e nele reside. O conceito que se tornou o corpo e o meio que projecta o grito inquieto da existência. No percurso labiríntico da constante redefinição do seu habitante, o conceito que o sustenta e alimenta, projecta sua verdadeira essência. 
Alexandra Barbosa

Alexandra Barbosa nasceu a 25 de Abril de 1981, em Vila do Conde.  Expõe pela segunda vez na Galeria ASVS, depois de ‘As Páginas do Eu’ em Fevereiro de 2012.
Formou-se em Artes Plásticas na ESAD – Caldas da Rainha/Portugal, continuou os seus estudos em Espanha onde realizou o “Master en Obra Gráfica” na Fundación CIEC, um Mestrado em Produção Artística na UPV e, neste momento, o doutoramento em Arte: Produção E Investigação na Universidad Politécnica de Valencia.
Em 2008 recebe o 1º Premio – Grande Premio de Arte Contemporânea Fundação EXTÉRIL e em 2007, foi premiada com a Menção Honrosa no Concurso Nacional de Gravura, pelo segundo ano consecutivo. Em Espanha, um ano antes, foi premiada com o 2º Premio de Gravura no Concurso Internacional “Compositor Antonio Gualda” e com a Accésit no “I Premio Internacional de Arte Grafico Jesús Núñez”.
Foi artista convidada na Feria Mensal de Arte no Palácio das Artes (Janeiro de 2011) -Porto/Portugal, no Belgrade Gatherings 2009 - Belgrado/Servia, na Guanlan International Print Biennial 2009 - Guanlan/ China, no Festival Münsterlandfestival pArt3 2007 – Alemanha e em Tentaciones - XIII Salón Internacional del Grabado y Ediciones de Arte Contemporáneo – ESTAMPA’05 - Madrid.
Foi convidada a realizar residência artísticas no atelier “Alfara Studio” (2010) - Salamanca/Espanha,  no atelier “Empreinte” (2010) - Luxemburgo, no 5th International Graphics Workshop (2009) - Belgrado/Servia, no atelier de Guanlan International Print Biennial (2009) - Guanlan/China, nos ateliers Kloster Bentlage, Rheine (2007) - Alemanha e no atelier da “Bienal Internacional de Arte Contemporânea” – ALBIAC 2006 – Almería.
Participou em exposições colectivas em Portugal, Espanha, Áustria, Alemanha, China, Lituânia, Itália, Servia, Estados Unidos da América, Luxemburgo e Guatemala, tendo as exposições individuais sido realizadas em Portugal e Espanha.

13.2.13

EXPOSIÇÃO | CLÁUDIA LOPES

Cláudia Lopes expõe Desenho e Instalação na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Metáfora/Metaphor' abre ao público Sexta-Feira, 1 de Março, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 30 de Abril. A abertura contará com a presença da artista. 

Cláudia Lopes presents Drawing and Instalation at ASVS’s Art Gallery. The exhibition titled ‘Metáfora/Metaphor', opens on March 1st at 10 PM and will be presented until April 30th. The overture will be attended by the artist.
 

'metáfora/metaphor' 
Um processo que se vale da experiência dos indivíduos sobre as coisas para nos contar uma possível história-memória desse acontecer. E talvez seja por essa experiência-memória que nos sentimos (ou não) pertencer a um Lugar. E esse lugar acontece por meio do seu tempo, e da possibilidade de fazer acontecer mais do que um tempo em simultâneo. E se agora escrevo às 2h53 da tarde, neste mesmo espaço acontece um outro tempo em que é como se estivesse mais uma vez de flores brancas na mão a fazer a 1ª comunhão; e neste mesmo espaço estou eu de mãos amarradas aos joelhos esfolados enquanto as lágrimas grossas me caem pelo rosto naquela que foi a primeira vez que me sentei na bicicleta do meu irmão. E neste mesmo espaço estão ainda outras pessoas que não conheço a olhar-me de dentro de uma fotografia perdida, e enquanto eu escrevo elas dizem-me, sem eu poder alguma vez saber, coisas que lhes estão acontecendo. E eu não vejo já a morte que sorri através do papel amarelado; aquilo que vejo é toda a memória daquele gesto de pessoas que dão as mãos umas às outras como em família e se deixam retratar para alguém que não se vê. 
 Cláudia Lopes

Cláudia Lopes, Porto, 1982.
Licenciatura em Artes Plásticas-Pintura (2005 FBAUP) e Mestrado em Ensino das Artes Visuais (2009 FPCEUP).
Actualmente desenvolve o projecto de tese do Doutoramento em Arte e Design (FBAUP), tendo-lhe sida atribuída uma Bolsa de Doutoramento pela FCT.
Expõe regularmente desde 2002, destacando-se as individuais ipsis verbis, WeArt, Aveiro (2013) e Tempo emprestado, Casa da Galeria, Santo Tirso (2011) e as colectivas Mostra Jovens Criadores’ 12, Cascais (2012); Pa/per View Oporto, Maus Hábitos, Porto (2012); LP, Sputenik the window, Porto (2012); Sincronia, Sputenik the window, Porto (2012); MUSAO Welcome Oporto, Masc Foundation 39 Dada, Viena (2011); A Quatro, Galeria IPSAR, Roma (2011).

11.12.12

EXPOSIÇÃO | ROBERTO CORREIA

Roberto Correia expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Em Trânsito' abre ao público Sexta-Feira, 4 de Janeiro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 27 de Fevereiro. A abertura contará com a presença do artista.

Roberto Correia presents Painting at ASVS’s Art Gallery. The exhibition titled ‘Em Trânsito', opens on January 4TH at 10 PM and will be presented until February 27TH. The overture will be attended by the artist.



'Em Trânsito'
A cada novo local que partimos em direção ou chegamos, levamos connosco bagagens mais ou menos maiores do que aquelas que os nossos braços conseguem carregar. Ao invés de dizer partida ou chegada, diga-se transitoriedade – mesmo estando delimitada por contornos geográficos (im)precisos. Do produto da bagagem que carrego, e da nova que coleciono emergem imagens, por vezes são só fragmentos de uma história maior, assim, apresento instantes de tempos diferentes a conviver numa mesma superfície. 
 Roberto Correia

Roberto Correia nasceu no Funchal em 1980, licenciou-se em Artes Plásticas - Ramo Científico Artístico pela Universidade da Madeira no ano de 2005. Começou a expor individualmente em 2007, anterior a esta data já participava em projetos e mostras coletivas. Um dos seus interesses é explorar as fronteiras entre a pintura e o desenho. Desde 2010 frequenta o Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3ºCiclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário na Faculdade de Belas Artes da Universidade Porto.

8.11.12

EXPOSIÇÃO | GUSTAVO LUDGERO

Gustavo Ludgero expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Bizarrias Celestiais' abre ao público Sexta-Feira, 16 de Novembro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 30 de Dezembro.







Ensaio sobre Gustavo Ludgero de Castro
Muito ainda há a conhecer sobre este grande Artista portuense nascido a 06/06/1966, Gustavo Ludgero de Castro, que apesar da sua vasta obra ainda não lhe foi atribuído o mérito devido, por parte do público apreciador de arte em Portugal. Nada que nos surpreenda pela falta de apoio e conhecimento da sua vasta obra e dedicação, como acontece a muitos outros, por falta de atenção e devido reconhecimento dos lobbys do mundo da Arte.
A sua obra, tanto de escultura como de pintura, tem sofrido uma notória evolução nestes últimos anos. Depois da última exposição em Matosinhos "O dia anterior" o autor confronta-nos agora com um novo trabalho intitulado "Bizarrias Celestiais" que demonstra uma contínua perspectiva de reflexão muito particular e  entendimento da sua visão do mundo, de acordo com a sua vivência e crescimento espiritual e que nos transporta para o Universo das suas telas duma forma única e transcendental.
A sua pintura  remonta e  retrata a simbologia acoplada à espiritualidade, de múltiplas temáticas tanto ocidentais como orientais, já por si exploradas em fases mais antigas desde o Classicismo, passando pelo Renascimento e Barroco, culminando na semântica dos estereótipos Pop levados ao seu expoente máximo pelo uso da cor e técnica pictórica visível neste último período.
Nesta nova fase GCL compõe a sinalética em uníssono, orquestrada com mestria de cor, levada ao limite de saturação de pontilhismo e camadas de traço de paleta policromática, misturando assim várias técnicas de cor, fluorescências e folha de ouro aplicada segundo técnicas tradicionais.
A dualidade consciente dos opostos é nítida em grande parte das suas obras, tanto na cor como na composição, tornando-as únicas e singulares.
Almerindo Lopes

Biografia
Gustavo Ludgero estudou em Londres, Arquitectura Paisagista, Interiores e Restauro. Como artista plástico expõe desde 1990.

Exposições 

2011, Exposição Individual 'O dia anterior', Matosinhos; 
2010, Exposição Individual 'Quem nos salva agora', Galeria ASVS, Porto 
2009, Exposição Individual Retrospectiva – ‘Torremolinos, Galiza, Boa Nova’, Matosinhos; 
2001, Colectivo ‘Ibéricos’, Fórum da Maia; 
2001, Colectivo ‘Ibericos’, Ayuntamiento de Leon, Leon; 
2001, Arco – Galeria Carmen de la Calle, Madrid; 
2000, Exposição Individual – Galeria Por amor à arte, Porto; 
2000, New Art Barcelona, Barcelona; 
1991 a 1997, Realização de 6 exposições em galeria própria, Leça da Palmeira; 
1990, Exposição Individual, Espinho.

12.9.12

EXPOSIÇÃO | PATRÍCIA FRANCO

Patrícia Franco expõe Escultura e Instalação na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Mecânica dos Fluidos' abre ao público Quinta-Feira, 4 de Outubro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 14 de Novembro. A abertura contará com a presença da artista.


'Mecânica dos Fluidos', quarta exposição individual de Patrícia Franco, surge-nos como um ensaio, mais do que um estudo. Debruçado na articulação e desmontagem de conceitos aparentemente tão díspares – memória, entropia, cidade, fluido, infância, água – este corpo de trabalhos revela um discurso assente no prazer lúdico da transgressão entre ficção e real, privado e público. 
Se os objectos aqui são motores da narrativa, evocação de memórias de uma infância revisitada, é todavia na afirmação das forças que os reclamam e nos mecanismos que os tornam possíveis que se formula uma narrativa. 
A memória, a irreversabilidade do tempo, a inércia, são-nos traduzidas num exercício das propriedades fuidas da luz, dos liquídos. Através de uma dependência física do espectador (é pela sua intervenção que o objecto se transfigura em obra), o discurso aqui ensaiado hesita entre a imersão na cidade, num processo de erosão da luz, e a interpelação do outro, num convite à invasão de um espaço. Este espaço. Bem-vindo. 
 Patrícia Franco


Patrícia Franco nasceu em 1977, Porto, Portugal. Vive e trabalha no Porto.
Com formação em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e experiência profissional em programação e produção cultural desde 1999, desenvolve, desde 2007  o seu projecto artístico na área da escultura e joalharia contemporânea.
Expõe regularmente desde 2007, em exposições colectivas e individuais, destacando em 2008, o comissariado e participação enquanto autora em "Do design, Da técnica: 4 perspectivas da Joalharia Contemporânea", Centro de Design de Óbidos; em 2010, foi seleccionada para o projecto "Destination Portugal" do Musem of Modern Art de Nova Iorque, e do MoMA Japão e ainda para uma exposição colectiva de artistas portugueses, PT a PROP na Galeria Aragon 232, Barcelona. Expôs ainda individualmente "BREASTFEEDING"  na Casa do Professor em Braga. Ainda em 2010 foi seleccionada pelo Ministério da Cultura para o evento CULTURÁLIA, enquadrado na Programação Cultural da CIMEIRA DA NATO LISBOA 2010, Mosteiro dos Jerónimos.
Em 2011, expôs na Galeria ASVS “Human Physiology” e, durante esse ano, dedicou-se sobretudo à criação de instalações (window-projects) destacando “The Bride” (Cem Cerimónias, Porto) e “By Nature” (Papélia, Porto). 
A autora utiliza, em todo o corpo do seu trabalho – escultura, joalharia ou instalação - técnicas do têxtil, resultando em malhas de tricot e crochet, peças bordadas ou tecidas.

25.6.12

EXPOSIÇÃO | ALEXANDRA MINISTRO

Alexandra Ministro expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Flora Indoméstica' abre ao público Sexta-Feira, 13 de Julho, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 26 de Setembro. A abertura contará com a presença da artista.




'Quando criança adorava observar as minúsculas flores selvagens que me rodeavam, e fantasiava o quão seria surpreendente poder olha-las na natureza mas num tamanho gigante.' 
 Alexandra Ministro

Alexandra Ministro formou-se em Design de Moda pelo Citex, em 1991, desenvolvendo colecções para a Industria Textil Portuguesa até 2005. A  partir de 2006 inicia o seu próprio projecto artístico de pintura gestual em tecido, explorando técnicas diversas em seda natural, aplicadas a colecções de estampados para a indústria. Presentemente os seus tecidos desenhados tomaram um caminho puramente artístico e mais próximo da pintura. A sua mais recente exposição teve lugar na Kaunas Biennial Textile’11, na Lituânia.

Alexandra Ministro is an artist and designer working in Textile Painting since 2006. From 1991 to 2005 had a carrier in the  Fashion  and Textile  Industry in Portugal . At present  she develops her own designs and drawings in hand painted natural silk fabrics, inspired by Nature and geometrical  floral constructions, transported from the natural world to her personal fantasy world, where color plays a main role. Her last exhibition took place at Kaunas Biennial Textile’11 in Lithuania.

16.4.12

EXPOSIÇÃO | PEDRO FERNANDES

Pedro Fernandes expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Expressões' abre ao público Sexta-Feira, 27 de Abril, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 11 de Julho. A abertura contará com a presença do artista.

Pedro Fernandes é designer e ilustrador. Nasceu na vila de Minde e reside no Porto. Licenciado em Design de Comunicação e Técnicas Gráficas na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre, é actualmente colaborador na ASVS Arquitectos Associados.
Sempre teve uma grande paixão pela pintura, e toma-a como a sua forma de expressão máxima. Em 2004 participou na exposição de angariação de fundos no Instituto Politécnico de Portalegre. Em 2005 teve a sua primeira exposição individual no ‘Gémeos Bar’ em Portalegre. 


13.3.12

Gente com luz própria, sobre a pintura de Isabel Lhano


Gente com luz própria, 
sobre a pintura de Isabel Lhano
Valter Hugo Mãe

Já sabíamos que Isabel Lhano é uma das mais exímias artistas do novo realismo português, dotada de uma capacidade técnica invulgar. Agora, notamos essencialmente a pesquisa que vem fazendo em torno da cor.
Depois de uma espantosa e extensa colecção de retratos, a pintora regressa ao gosto do corpo, visto sempre a partir da relação com o outro, marcado pela escolha de uma só cor por cada quadro. A monocromia ágil por que opta é essencialmente vibrante, e abrilhanta-se por nunca perigar aquele efeito volumétrico do qual sempre conseguiu dotar as suas figuras. De facto, estar perante as figuras de Isabel Lhano é convocar, na mais elementar essência da pintura, a escultura, por ser tão eficaz o jogo de luz que confere volume ao que se vê. Trabalhando apenas a uma cor, o esforço tem de ser redobrado no cuidado colocado com a luz, sendo importante o sucesso de todo um degradé pacientemente construído para cada nuance da representação.
As cores de Isabel Lhano são encantatórias e buscam perpassar por estados de espírito sempre aludindo à miríade de emoções que estão em causa numa relação, sobretudo amorosa. A cada quadro atribui uma cor como se lhe vaticinasse um destino, imprimindo um estigma que, antes ainda de ser aferido pela situação representada, é induzido pela questão cromática. Passa-se como se criasse dois planos diferentes de interpretação perfeitamente distintos e que só depois se ligam; não correspondendo a cor usada à natural, a intervenção no momento da opção acarreta toda uma codificação que, numa primeira instância, sugere ao espectador as primeiras ilações; após essa visão inicial, sem dúvida imediata, num segundo plano, estará a própria situação retratada, que corroborará mais ou menos a impressão causada pela cor que ostenta.
A cor, na verdade, neste trabalho pode ser vista como um tema, um assunto específico que estará subjacente à tensão do quadro. Quer nos identifiquemos mais ou menos com a simbiose entre a cor/tema e a situação retratada, o que Isabel Lhano faz é uma imposição que nos obriga, a todo o custo, a filtrar a imagem a partir de um determinado prisma. A cor, neste sentido, é um enfoque, um modo de olhar, como nos impondo uma leitura determinada por mais que, pela natureza individual de cada espectador, outras leituras se fizessem, ou se façam, ainda assim. Esta relação entre a imposição de um estado de espírito, como algo prévio, e a interpretação da narrativa em causa na tela, é muito interessante por tudo quanto tem de subjectivo. A cor pode, em última análise, ser menosprezada e encarada como algo meramente estético, quase decorativo, como pode servir para problematizar as situações e, neste aspecto, cada espectador travará um maior ou menor combate para fazer corresponder as suas impressões dentro daquele estigma fundamental.
Num outro sentido, o trabalho de Isabel Lhano assenta nesse domínio perspicaz da luz, transformando as suas figuras, à força de uma só cor, em seres com uma espantosa luz própria. Muitas vezes optando por tons apelativos, quase fosforescentes, a pintora parece procurar a individualidade máxima de cada tela, fazendo com que, versando todas sobre a questão amorosa e suas bonanças ou crises, se autonomizem acentuadamente, não permitindo que se confundam, por mais que, ao nível da situação representada, se possam sintonizar. Nesta esteira, Isabel Lhano terá aqui uma panóplia de propostas que proporcionam ambiências distintas e até antagónicas, da mais sóbria e discreta tonalidade, à mais gritante ou mesmo kitsch. Essa evidência transforma a exposição num percurso por modos de estar com os outros completamente diversos, que se equivalem a modos de fazer arte completamente diversos também. Assim, uma mesma proposta artística, claramente identificada e amadurecida, pode resultar em telas de atitude muito diferente pela simples razão de se utilizarem cores diferentes.
Com mais de vinte anos de carreira, a arte de Isabel Lhano surge agora depurada e consciente de si mesma. Muito firme nos seus intentos, mais uma vez procura o belo como meio de evidenciar a sua ideia particular do humano. O homem, para a pintora, é sobretudo fonte benigna, pelo que é compreensível que nos deleitemos com os seus trabalhos no sentido mais elementar do termo e que perante nós estes pareçam ostentar gente com luz própria, gente saliente, tangente quase, pelo milagre e perícia da luz.

5.3.12

EXPOSIÇÃO | ISABEL DE ANDRADE

Isabel de Andrade expõe escultura em papel maché na Galeria ASVS com extensão ao Restaurante Artemísia. A exposição com o título 'Encontro' abre ao público Segunda-Feira, 5 de Março e estará patente até ao dia 30 de Maio.


23.2.12

EXPOSIÇÃO | ISABEL LHANO

Isabel Lhano expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Enlevos' abre ao público Sexta-Feira, 16 de Março, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 24 de Abril. A abertura contará com a presença da artista.


Isabel Lhano é natural de Vila do Conde. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto. Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian nos anos 1971 e 1972. Professora efectiva de Educação Visual na Escola E. B. 2/3 Frei João, de Vila do Conde. Autora do Projecto "Mom’arte", co-responsável pela organização e membro do júri de selecção e premiação - Convento do Carmo - Vila do Conde, em 1998. Autora do projecto e design da edição "Homenagem a Sónia Delaunay", da Câmara Municipal de Vila do Conde. Responsável em 1992 pela programação e direcção artística da Galeria do Auditório Municipal de Vila do Conde. 

Desde 1974 tem intervido na área das Artes Gráficas e Comunicação Visual – Murais Urbanos; cenografia; painéis de interior; design de cartazes; maquetagem gráfica de catálogos de exposições; design têxtil e ilustração de livros escolares. Desenvolve desde 1994 formação artística particular a alunos, no seu atelier. Directora Artística da Galeria Delaunay, Vila do Conde, de 1996 a 1999. 1º Prémio do Concurso Gráfico da Sarrió, com o catálogo da exposição “Acto do Corpo", na SNBA. Edição de serigrafia pelo Centro Português de Serigrafia, Lisboa, 1999. Representada no Museu Amadeo de Souza-Cardoso, no Museu de Arte Contemporânea de Vila Nova de Cerveira e por aquisição na Delegação Norte do Ministério da Cultura e na Fundação Eng.º António Almeida, Porto. Edição em 2000 de serigrafia, a convite da Delegação Norte do Ministério da Cultura. Em 2001, a convite do H. Arte 01 , organizou a Exposição Colectiva no Planetário do Porto. 
Autora das capas de livros: editora campo das letras – “Estou escondido na cor amarga do fim da tarde” valter hugo mãe; editora quasi – “Súmula da Negação” João Rios, “No Parapeito” Rita Ferro Rodrigues, “Malva 62” Daniel Maia Pinto Rodrigues - "O Nosso Reino" (2.ª Edição), de valter hugo mãe, editora QuidNovi. Em 2004 participou no livro de aniversário da quasi editora “Afectos e outros afectos” com prefácio de Mário Soares. 2007 - Participação no júri da "Erótica" - Auditório de Gondomar, Porto. Capa e ilustrações do CD "Maldoror" dos Mão Morta. Prémio Erótika 2009 - Bienal de Arte Erótica de Gondomar.

18.1.12

EXPOSIÇÃO | ALEXANDRA BARBOSA

Alexandra Barbosa expõe Xilogravura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'As páginas do Eu' abre ao público Sexta-Feira, 10 de Fevereiro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 14 de Março. A abertura contará com a presença da artista.

As páginas do “eu”. São páginas de um diário que expressam o “eu”, focadas nas descobertas, nas experiências que falharam, nas alegrias que se concretizaram, nos medos e nas procuras inerentes a um corpo de mulher e ao seu papel numa luta contra os padrões estereotipados pela sociedade. São gritos que não se calaram e medos que não sufocaram. Uns ganharam forma, outros imprimem o que são. São a minha casa, são abrigo para devaneios. Em certas circunstâncias um ninho enclausurado. O espaço que mutila. Eu sou o que eles são. Eles o que eu sou.
Alexandra Barbosa

Alexandra Barbosa, nasceu em Vila do Conde em 1981. Licenciou-se em Artes Plásticas na ESAD - Caldas da Rainha. Frequentou o “II Master de la Obra Gráfica” na Fundación CIEG - Centro Internacional de la Estampa Contemporánea, Corunha (Espanha) e realizou Mestrado em Produção Artística, na UPV de Valência (Espanha). Actualmente prepara tese de doutoramento em ‘Arte: Produção e Investigação’ na UPV de Valência (Espanha).
Foi convidada para o “Belgrade Gatherings, 2009” (Sérvia), para a “Guanlan International Print Biennial, 2009” (China), para o “Münsterlandfestival pArt3, 2007” (Alemanha) e para “Tentaciones – ESTAMPA, 2005” (Espanha). Recebeu prémios nacionais e internacionais e participou em exposições colectivas na Europa, Ásia e América, sendo que as suas exposições individuais se realizaram todas na Península Ibérica.

15.12.11

EXPOSIÇÃO | LÚCIA DAVID

Lúcia David expõe Pintura e Instalação na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Misturar Memórias' abre ao público Sexta-Feira, 6 de Janeiro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 8 de Fevereiro. A abertura contará com a presença da artista.



Misturar Memórias. Momentos vividos, os locais onde coisas se passaram, odores e sonhos recorrentes misturam-se dando origem a uma infância reinventada onde as memórias se tornam surreais. Cada objecto abandonado numa gaveta ou fundo de armário pode conter um universo de memórias e dar origem a uma narração de cem páginas. Esta série centra-se na mistura de elementos reais da minha infância combinados “aleatoriamente” para contar histórias possíveis, no entanto imaginárias.
Várias séries se sucederam nos últimos anos em torno das histórias de família. Pelo uso de objectos reais pertencentes às duas avós, materna e paterna, combinados com fragmentos de memórias e pequenas histórias soltas, ouvidas na infância, consegui ”escrever” visualmente uma quase biografia, não pessoal mas portuguesa. A trabalhar dentro da área artística de Bookarts (Livros de Artista), tento reinterpretar o livro, a sua estrutura e os materiais que o compõem. Os livros em geral servem o propósito de comunicar ideias, factos ou ficções aos leitores. O meu trabalho tenta comunicar com o público apelando à memória colectiva pela sobreposição de camadas de texto e imagem.

Lúcia David trabalhou em Moda e Design Gráfico em Portugal na década de 90. Em 2000 licencia-se em Escultura e Metais e em 2002 faz o Mestrado em Book Arts, ambos no London Institute, Camberwell College of Arts em Londres. Expõem em Portugal desde 2003, e no estrangeiro desde 1999, em Inglaterra, França, Espanha, Alemanha e Lituânia em exposições colectivas e individuais. O trabalho da artista desenvolve-se entre instalação, escultura, livro de artista e texto, integrando técnicas como colagem e bordado manual. Lúcia David constrói histórias visuais, reflectindo as questões da condição das mulheres e da memória colectiva portuguesa.

MOSTRA DE JOALHARIA | LILIANA ALVES


Liliana Alves expõe Joalharia na Galeria ASVS com extensão ao Restaurante Artemísia. A exposição com o título 'Nuances' abre ao público Sexta-Feira, 6 de Janeiro e estará patente até ao dia 14 de Março.


"A obra de Liliana Alves situa-se indubitavelmente no campo artístico. O que nasce das suas mãos são peças únicas, que respondem à primordial busca humana de Beleza.
Liliana parte sempre dum fragmento de realidade que a sensibilize – seja fauna ou flora, palavra ou gesto, objecto, pormenor de objecto... É depois a sua imaginação que lhe poetiza as formas e cores, através da manipulação minuciosa da matéria. Se a prata e a técnica de filigrana, são elementos característicos do seu trabalho, a sua obra não se fica nunca por aí, e Liliana conjuga-as com o trabalho de materiais diversos, como esmaltes, madeiras, pedras ou cerâmicas.
O enfoque das criações de Liliana está no outro. Daí as preocupações tanto a nível ergonómico, como de liberdade de uso; assim a versatilidade de muitas das suas peças, que se desdobram, multiplicam, «viram do avesso», permitindo um uso diversificado, de acordo com a disposição de alma de quem a usa.
Sendo a Joalharia um mundo repleto de desafios, Liliana Alves explora-o com minúcia, visando pormenores diferentes em cada peça que cria, dentro duma estética própria, já bem definida."
Inês Felício

20.10.11

EXPOSIÇÃO | ANA ALLEN

Ana Allen expõe Desenho na Galeria ASVS. A exposição com o título 'O Entusiasmo' abre ao público Sexta-Feira, 4 de Novembro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 30 de Dezembro. A abertura contará com a presença da artista.



O Entusiasmo. Algures entre as insólitas incertezas da existência e as arrebatadoras certezas voláteis das emoções, manter o entusiasmo (ou procurá-lo) exige uma hábil gestão de expectativas... com tanto de estimulante como de soberbo, o entusiasmo é, acima de tudo, um impulsionador efusivo.
Ana Allen

Ana Allen, nasceu no Porto em 1985. Entre 2000 e 2003 frequentou o curso de artes visuais da escola artística Soares dos Reis. Em 2009 concluiu a licenciatura em artes plásticas - pintura na Faculdade de Belas-Artes do Porto, onde actualmente frequenta o mestrado de Pintura. Desde 2007 até à presente data, tem vindo a participar em vários projectos artísticos e exposições dos quais se destacam: Reflected Samples In The Morning Light, mco - arte comtemporânea, Porto, 2010; Debaixo do Chão, galeria ASVS, Porto, 2010; Bienal de Artes da Fundación Maria José Jove, Corunha, 2010; Deambular, (colectiva), Biblioteca Municipal, Porto, 2011; Os Amantes Sabem Porque Morrem, (desenhos do corpo/colectiva), Fábrica do Braço de Prata, Lisboa, 2009.

8.9.11

EXPOSIÇÃO | MARTINHO MENDES

Martinho Mendes expõe Desenho e Instalação na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Sobre a Mesa' abre ao público Sexta-Feira, 23 de Setembro, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 2 de Novembro. A abertura contará com a presença do artista.



A exposição lança ao olhar do observador um conjunto de referências visuais que apontam directamente para a mesa enquanto palco de inúmeras relações simbólicas e sociais. O artista trabalhou a partir de um conjunto de desenhos industriais para toalhas de bordado da Madeira, adquiridas em antigas casas de produção e venda deste artesanato típico da ilha.
Explorando o vídeo, a pintura e a instalação, a presente exposição dá a ver uma perspectiva metafórica de um objecto/espaço que encerra em si a expressão simultânea da beleza e da agressividade.




Martinho Mendes nasceu na Ilha da Madeira em 1981. Pós graduado em Educação Artística pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Licenciado em Artes Plásticas – Ramo de Ensino, pela Universidade da Madeira em 2006.
Professor de Artes Visuais, é actualmente o responsável pelo serviço educativo do Museu de Arte Sacra do Funchal onde exerce, em regime de mobilidade, funções de natureza técnico-pedagógica.
Enquanto artista plástico expõe regularmente desde 2000 contando com algumas exposições individuais a partir de 2006. Expõe pela segunda vez na Galeria ASVS, depois de 'As nossas memórias nos mentem', 2009.

MOSTRA DE JOALHARIA | THAÍS DIAS E RUI BARROS

Thaís Dias e Rui Barros expõem Joalharia na Galeria ASVS com extensão ao Restaurante Artemísia. A exposição com o título 'Joalharia de Fusão' abre ao público Sexta-Feira, 23 de Setembro e estará patente até ao dia 30 de Dezembro.



“Joalharia de fusão” passa por fundir diferentes experiências criando peças únicas e originais. Rui Barros e Thaís Dias inspiram-se nas formas geométricas e nas cores. Tendo como meio de estudo a natureza, elaboram peças ergonómicas, praticas e muito usuais. Esta colecção tende a dar um frescor ao que lhes é apresentado hoje na joalharia tradicional Portuguesa. Esta exposição é a primeira que fazem em conjunto e pretende mostrar os diferentes trabalhos e técnicas de joalharia já realizados. Usam prata com coral, acrílico, âmbar, pedras semi-preciosas e comuns, criando peças ousadas e exclusivas, sem fugir ao delicado e subtil que a natureza lhes proporciona. A instalação é feita por Arlete e Silva que interage através da reciclagem artesanal, criando cenários de fundo para a exposição.


Thaís Dias nasceu em São Paulo, Brasil, em 1983 e vive em Portugal desde 1998. Passou por diferentes áreas desde as humanidades à comunicação. A sua chegada ao Porto e a frequência da Escola Artística de Soares dos Reis, despertaram-lhe o interesse por arte e futuramente a sua paixão por joalharia. Na joalharia é influenciada por Lalique, Gótico e pela Natureza presente em cada peça desenvolvida. Participou em várias feiras de artesanato pelo país e iniciou o contacto com outras áreas artísticas, como as artes circenses, as quais pratica até aos dias de hoje. Nas suas peças sentem-se as texturas das matérias usadas. Sem perder as delicadezas das formas. Cria peças confortáveis, praticas, actuais e no feminino.


Rui Barros nasceu na cidade do Porto em 1980. Vindo de uma família de ourives, o seu interesse pela joalharia começou muito cedo. Frequentou a Escola Artística de Soares dos Reis. Participou no evento “A influência Árabe no têxtil e na ourivesaria”, Ateneu Comercial do Porto, 2001 e foi seleccionado para participar no 9º encontro do PLE (Parlament Lycéen Européen), “Uma peça a dois”, 2001, Arezzo – Itália e no 10º encontro do PLE, “Da pluralidade para a unidade”, Porto, 2002. Participou ainda no workshop “World Fold-Forming” realizado pelo professor Charles Lewton Brain, Canadá. Estágio em Gondomar na Linha Ouro Jóias. Uma das maiores paixões é a geometria descritiva que aplica nas suas peças de colecção. Usa a perspectiva cónica como ferramenta de desenho como reflectem algumas das peças em exposição na Galeria ASVS.


Arlete e Silva nasceu no Porto em 1981. Autodidacta. Viveu na África de Sul durante a infância e em Portugal estudou na Escola Artística Soares dos Reis, no Porto. Interessa-se por diversas áreas distintas tais como arte, área infantil, ecologia e terapias alternativas. Os 3 R’s representam uma máxima na sua vida. Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Nos seus trabalhos produz objectos e acessórios com material reutilizado. Pinta e considera que a criação artística se envolve com a sua própria vida.

Fotografias da autoria de Fernando Bagnola.

3.8.11

EXPOSIÇÃO | CRISTINA TROUFA

Cristina Troufa expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'A máscara reflectida no espelho' abre ao público Sexta-Feira, 12 de Agosto, pelas 22H00 e estará patente até ao dia 21 de Setembro. A abertura contará com a presença da artista.



A forma como nos auto-retratamos e relacionamos com o nosso eu interior, espelhado num objecto artístico, é algo que tem sido desenvolvido conscientemente na minha pintura, mesmo quando esse auto-retrato está reflectido de forma conceptual, na imagem de outras pessoas, objectos, conceitos compositivos e simbologias.
O estudo do narcisismo no interior da psicanálise levantou questões acerca do meu Eu e da ligação que existe com as teorias acerca da evolução espiritual. O auto-conhecimento funciona como terapia e permite-nos ver o mundo tal como é? Temos de nos amar primeiro para amarmos o próximo. Mas podemos falar de um amor saudável e um amor negativo ou mal direccionado (logo, não-amor)?
Cristina Troufa


Cristina Troufa nasceu no Porto em 1974. Licenciou-se em Artes Plásticas - Pintura na FBAUP em 1998. Actualmente a realizar o mestrado de Pintura. É Co-fundadora da Associação de Escultura e Arte Contemporânea. Desde 1995 que participa em exposições individuais e colectivas, nacionais e estrangeiras. Recebeu menções honrosas: no VIII Certamen Internacional Artes Plásticas Aires de Córdoba, Espanha; 6ª Bienal internacional Arte Jovem Vila Verde; Bienal de Coruche - 3º Salão, Coruche. Tem alguns dos trabalhos representados na revista Tabu (jornal O SOL); ilustrações para o livro “Palavras de Fernando Pessoa”, Editora Centro Atlântico; no Catálogo Arte Lisboa de 2007; no Livro “A Arte no Desporto”, pela Livraria Linhares.

17.6.11

EXPOSIÇÃO | ANTÓNIO GASSO

António Gasso expõe Pintura na Galeria ASVS. A exposição com o título 'Reflexos Plásticos Intercalados' abre ao público Sexta-Feira, 1 de Julho, pelas 21H00 e estará patente até ao dia 10 de Agosto. A abertura contará com a presença do artista.



Reflexos plásticos intercalados

Acontecimentos relacionados intercalados, diferentes formas de atingir um fim cíclico, sempre ímpar, onde percursos/objectivos resultam em diferentes formas de estar. Um novo espaço, onde as relações entre formas constituem um sentimento plural.

António Gasso nasceu na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, no dia 30 de Dezembro de 1975. Fez estudos secundários na Póvoa de Varzim no Liceu Eça de Queiroz. Licenciou-se em design comunicação na Escola Superior de Arte e Design (ESAD) em 2000. Paralelamente à actividade artística desenvolve projectos como designer de comunicação e equipamento.

MOSTRA DE JOALHARIA | SUSANA TEIXEIRA

Susana Teixeira expõe Joalharia no Restaurante Artemísia | Extensão da Galeria ASVS. A exposição com o título 'Células' abre ao público Sexta-Feira, 1 de Julho e estará patente até ao dia 21 de Setembro.